sexta-feira, 25 de maio de 2007

Ah, as orelhas

Me mandaram ao psiquiatra falar sobre orelhas que crescem sem parar. E foi o tema da terapia de hoje. Orelhas grandes, cabeças que ficam perdidas como uvas passas entre duas orelhas imensas, crianças que choram ao imaginar que aquela orelhuda comeu a tiazinha que jazia na cama, exumação de corpos onde os restos da morta são o pó e as orelhas enormes que não param de crescer nem depois da morte. E eu medi: da curva mais alta ao fim do lóbulo minhas orelhas tem 6,5 cm, na régua. Daqui a alguns anos meço de novo e tiro a dúvida. Louca, eu?

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