terça-feira, 3 de abril de 2007

filha da revolução

Estava olhando a última postagem: dia 31 de março. Quando eu era garota, comemorava-se esse dia. Dia de parada. Militar andando de tanque pelas avenidas, marchando na rua. Um horror. Mesmo quem cresceu, como eu, nas bordas da ditadura - tinha 11 anos quando começou e mais de 30 nas Diretas, já! -, e na maior parte do tempo não sabia da missa a metade e só pensava em namorar, achava aquela parada obrigatória muito esquisita. Acabou. Ainda bem. Não sinto a menor falta do desfile de milicos no Jornal Nacional.

Nenhum comentário: